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Guapiara tem o terceiro maior PIB agrícola do Estado, aponta IBGE

       Guapiara, cidade com quase 18 mil habitantes, possui o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) Agrícola do Estado de São Paulo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

De acordo com o órgão, o ranking divulgado no mês de março é referente à produção realizada em 2014. Antes, a cidade estava na 148ª posição. Para os produtores rurais, a virada no ranking é motivo de comemoração e de incentivo. “A base do município é a agricultura. Nesses últimos anos, apesar dos problemas que tivemos continuamos firmes na produção. O pessoal sempre está tentando inovar para continuar a produção”, afirma o secretário de Agricultura de Guapiara, José Nunes Benfica.

Já Itapetininga, que estava em primeiro lugar no ranking do PIB Agrícola do Estado, agora está na 12ª posição.

Para o técnico de informações do IBGE Leandro Augusto Feichtenberger, a caída no ranking não reflete de forma negativa, pois o município teve outros fatores que contribuíram para mudar um pouco o cenário.

“Caiu provavelmente pela cultura que temos nesse município que é de eucalipto. Como se trata de uma cultura que você planta em um ano e colhe depois de seis, sete anos, não é todo ano que se faz colheitas grandes no município. Isso gera impacto no PIB, além do preço. Se a condição do mercado estiver favorável, o PIB se eleva. Caso contrário, ele é desfavorecido”, conta.

O produtor rural Hiroyuki Oi afirma que os prejuízos foram grandes em 2016 devido ao clima.

Por isso, ele passou a plantar soja e milho, o que tem garantido mais tranqüilidade para seus negócios. “Existe um comportamento de preço que é o preço elástico e inelástico. Geralmente são produtos de hortifruti que têm preço elástico. Isso resulta em prejuízos ao produtor. Os grãos já são inelásticos e dão mais segurança”, afirma.

Segundo o engenheiro agrônomo Fábio Albuquerque Entelmann, as condições climáticas influenciam muito nas lavouras. E se o tempo não ajuda, há prejuízo. Consequentemente, o resultado final vai aparecer no PIB. “Normalmente nas culturas anuais o produtor consegue escolher uma cultura que vai ser favorecida, que vai ter movimentação maior. Mas para as culturas perenes, como as de laranja e cana-de-açúcar, precisa aguardar um pouco e não compensa trocar, porque elas variam de ano para ano. Se esse ano for ruim, não quer dizer que próximo também será”, afirma.

Fonte: Jornal o Expresso


 


 

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